quarta-feira, 27 de abril de 2011

Livros e Filmes

Eu gosto muito de ler. Se eu gosto de um livro eu o devoro... Também gosto de cinema, só que em proporção menor. Até hoje nenhum, absolutamente nenhum filme que tenha visto supera o texto que tenha lhe dado origem, obviamente daqueles que li e que vi o filme. Eu disse até hoje.
Muito animada saquei da estante Rudyard Kipling. Comecei a ler a coletânea de contos dos “Clássicos Abril”. Como eu sempre respeito à ordem dos contos pensada pelo autor/editor li o primeiro. Levei quase uma semana pra ler pouco mais de 40 páginas, mesma quantidade que leio usualmente em uma hora. Mas não desisti, na verdade queria ler “Mowgli”, pois o filme tem um lugar nas boas lembranças daquele tempo em que somos inocentes.
Com muito esforço cheguei até o tal conto. E li. Inteiro.
Resultado: o filme vai continuar na memória, já o livro acaba de voltar pra estante sem que eu tenha terminado – um dos poucos na minha vida, pois eu geralmente termino o livro que começo a ler e o filme que começo assistir, por pior que me pareçam.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

TPS - ou Tensão Pré Sogra

Existem coisas na vida que precisamos registrar quando ocorre sob a possibilidade do tempo fazer com que nossas percepções mudem drasticamente nossos sentimentos. Para garantir que isso não ocorra escrevo hoje. Aconteça o que for de agora até domingo preciso registrar o que está se passando agora.
Estou recebendo a visita de minha sogra. Estive muito preocupada com isso, pois da última vez que nos encontramos foi um desastre. As circunstâncias eram muito diferentes, estava na casa dela, com o Giba trabalhando feito um louco. Palavra de honra que reviso sempre minhas ações e não consigo ver algo que justificasse a explosão de minha sogra. Porém o que houve na ocasião não é relevante. A questão é que ela veio me visitar.
No começo fiquei braba, chateada, não pela vinda em si, mas por isso significar que eu não iria ao Paraná, ver “a parentada”. Depois pensei: o que se há de fazer? Mesmo assim fiquei apreensiva. Meu marido também ficou, mas sem falar nada...
No fim, depois de altas aventuras por parte dela que se recusando pegar um vôo, enfrentou vinte e quatro horas de viagem, tudo parece bem. Claro, aqui é diferente, aqui é minha casa, mesmo assim a gente sempre teme!
 Claro que meu marido muito esperto está ajudando, hoje ele convidou um amigo para almoçar conosco. Uma figura maravilhosa: muito animado, alegre, querido, uma alma singularmente boa. E ainda conhecido da minha sogra. Perfeito!
Para melhorar a coisa essa figura já combinou, junto com outros amigos, para irmos amanhã ao litoral num festival de mariscos e minha sogra topou! Gente – e ainda melhor, minha gente – ajuda a dissipar qualquer tensão.
Então o que quer que aconteça até agora tudo está bem e isso já é ótimo!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Coisas

Esta é uma semana esquisita. Coisas interessantes, coisas que não gostaria que acontecesse...
Uma boa amiga ontem partiu de Alegre. Ela conseguiu uma vaga de distribuição para o interior do Paraná. Fiquei muito feliz por ela. A situação dela estava se enrolando já há meses e repentinamente se resolveu. Fiquei feliz por ela e triste por perder uma das pessoas que acima de ter como amiga eu me identifico. Claro que é provável que o contato seja mantido, mas nesse caso a presença dela e da sua família aqui era essencial... Em outra perspectiva eu já estou ficando craque em amigos queridos longe!
É diferente, dá saudade, tristeza quando ficamos muito tempo longe, mas é muito bom perceber que a amizade permanece mesmo “que o tempo e a distância digam não”.
As boas novas são que já tenho coisas para pensar e fazer, concursos, seleções. Quem sabe consigo mudar meu status de desempregada para empregada novamente.
Esse eu acho que seja o motivo de uma pequena alteração que tive com meu marido. A gente se estranha tão pouco que não sei o que fazer ou sentir quando acontece. Acho que a situação se deu porque meu marido tem MUITO que fazer e eu MUITO POUCO. Para alguns pode não ser um problema, mas para mim é dos grandes. Sempre fiz milhões de coisas ao mesmo tempo e principalmente sempre me sustentei. De qualquer forma, parece que isso irá se resolver também.
Tem uma coisa que descobri essa semana, quando recebi um telefonema de uma moça que está a um oceano de distância e que me deixou muito feliz: pessoas lêem meu blog. Certo, essa é a função de um blog, quem escreve e publica é na perspectiva que alguém leia, mas imaginar não é o mesmo que saber. E mais: saber que pessoas importantes o fazem é muito legal. Então aí vai um recado para algumas dessas pessoas: já que resolvi escrever um blog tenho que estar preparada para as reações que esse tipo de escrita provoca, portanto podem postar “tirações de sarro”, contato que bem educadas – sei que meus amigos são bem educados, mas acho que não conheço todos que tem acesso ao blog, então melhor deixar claro.
É difícil estar mais uma vez começando, mas com tantas pessoas boas ao meu lado, seja esse lado perto ou longe, as coisas se tornam mais aceitáveis, no sentido correto. Fazem com que a dificuldade não se traduza em tristeza.

Joviais e balzaquianas saudações