terça-feira, 24 de maio de 2011

Frias e belas terras


Direto das frias terras paranaenses! Estou com minha família em Curitiba. É um tal de ficar com o pai, ir para a madrinha, enfim uma DELÍCIA!
Amo minha casa no Espírito Santo: é uma terra linda, de paisagens sem igual, de um pôr-do-sol deslumbrante, mas esse acinzentado curitibano de inverno pra mim é melhor! Claro que o que me faz achar isso são as relações afetivas que eu tenho aqui. É ao crepúsculo estar conversando com minha madrinha. É meu pai reclamando que não dá pra ser feliz no frio. É minha irmã com camadas e mais camadas de blusas de lã – muito mais que o necessário É minha madrasta andando de um lado para outro, fazendo mil coisas. São minhas tias tomando café e conversando, sempre acaloradamente, aos domingos.  Tenho certeza que é por isso que as cores curitibanas me parecem tão belas e felizes, mesmo quando cinza.
Eu gostaria de ficar mais tempo. Ir a Ponta Grossa, rever amigos, conhecer as crianças que nasceram. Não consegui nem ver a filhinha de uma amiga que mora na região metropolitana. Mas mesmo isso me deixa feliz. Não consegui porque os parentes próximos não deixam. Meu pai e minha madrinha são suficientes para eu ter o que fazer um milhão de coisas – e isso é o máximo. Até o ataquezinho de ciúmes do meu pai me deixa lisonjeada!
Mas minha vida é boa! Tenho que voltar para o Espírito Santo, para meu marido e isso também me deixa feliz. Vai ser bom matar a saudades que já estão grandes.
Talvez esse sentimento mereça um texto só para ele. Então paro por aqui.
Joviais e Balzaquianas saudações!

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